A solicitação da eutanásia à luz da visão Carl Rogeriana
Ao considerar a morte como um tema interdito e a terminalidade como processo chegado à interdição, versou-se sobre a eutanásia e aspectos particulares e psicológicos (pouco discutido e considerado), possivelmente motivadores ao pedido, tido como tabu, de fim da existência. Para esta análise, utilizo...
- Autores:
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Fonsêca de Souza, Larissa
Da Silva Júnior, Jaldo Cambuy
- Tipo de recurso:
- Article of investigation
- Fecha de publicación:
- 2020
- Institución:
- Universidad del Valle
- Repositorio:
- Repositorio Digital Univalle
- Idioma:
- por
- OAI Identifier:
- oai:bibliotecadigital.univalle.edu.co:10893/22008
- Acceso en línea:
- https://hdl.handle.net/10893/22008
- Palabra clave:
- Eutanásia
Humanismo
Morte
Muerte
Aspectos psicológicos
- Rights
- openAccess
- License
- http://purl.org/coar/access_right/c_abf2
Summary: | Ao considerar a morte como um tema interdito e a terminalidade como processo chegado à interdição, versou-se sobre a eutanásia e aspectos particulares e psicológicos (pouco discutido e considerado), possivelmente motivadores ao pedido, tido como tabu, de fim da existência. Para esta análise, utilizou-se a Abordagem Centrada na Pessoa, proposta pelo psicólogo Carl Roges, a fim de compreender o sujeito a partir das experiências e percepções de suas vivências, através dos conceitos primordiais desta teoria. Foi percebido que os pedidos de abreviação da morte estão relacionados a incongruência entre o self real e self ideal, ausência de consideração positiva incondicional, com distorções nas percepções realistas dos fatos, impactando na direção selecionada para o crescimento, minimizando possibilidades de escolhas diante da tendência atualizante. Destaca-se a importância do acompanhamento psicológico em pacientes terminais que, dotados das três condições básicas da ACP, o processo psicoterápico ocorra e obtenha prognóstico de comportamento congruente. |
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