Redes criminales, narcotráfico y consumo de drogas en las periferias de Fortaleza, Ceará, Brasil (2000-2020)

El trabajo tiene como objetivo explorar las transformaciones del mercado minorista de drogas ilegales en Fortaleza, Ceará, Brasil, en los últimos veinte años y su importancia para la comprensión de la figuración delictiva que se hace visible en el Estado a partir de 2014. Se privilegian las represen...

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Autores:
Tipo de recurso:
Fecha de publicación:
2021
Institución:
Universidad de Caldas
Repositorio:
Repositorio Institucional U. Caldas
Idioma:
OAI Identifier:
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Acceso en línea:
https://repositorio.ucaldas.edu.co/handle/ucaldas/25267
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Palabra clave:
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El artículo destaca para el debate, por un lado, el proceso histórico de diversificación de la oferta de bienes ilegales como un momento decisivo en el cambio de la lógica de acción de las redes criminales en el Estado y, por otro lado, los ajustes y dispositivos de control que permean el involucramiento de estos sujetos en el tráfico y consumo de drogas en los barrios periféricos de la región Nordeste de Brasil.The objective of the work is to explore the transformations in the illegal drug retail market in Fortaleza, Ceará, Brazil in the last twenty years and its importance for understanding the criminal representation that has become visible in this State as of 2014. Representations and experiences of retail traffickers in the outskirts of the capital of Ceará are privileged through ethnographic immersions, interviews and informal conversations carried out between 2016 and 2019 in four neighborhoods of the city. The article highlights for the debate, on the one hand, the historical process of diversification of supply of illegal goods as a decisive moment in changing the logic of action of criminal networks in the State and, on the other hand, the adjustments and control devices that permeate the involvement of these subjects in drug trafficking and consumption in the peripheral neighborhoods of the Northeast region of Brazil.Universidad de Caldas2021-07-01T00:00:00Z2025-10-08T21:50:40Z2021-07-01T00:00:00Z2025-10-08T21:50:40Z2021-07-01Artículo de revistahttp://purl.org/coar/resource_type/c_6501Textinfo:eu-repo/semantics/articleJournal articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85http://purl.org/coar/resource_type/c_2df8fbb1application/pdf0122-8455https://repositorio.ucaldas.edu.co/handle/ucaldas/2526710.17151/culdr.2021.26.32.22590-7840https://doi.org/10.17151/culdr.2021.26.32.2https://revistasojs.ucaldas.edu.co/index.php/culturaydroga/article/view/682639321726Cultura y DrogaAdorno, S. (2002). Monopólio Estatal da Violência na Sociedade Brasileira Contemporânea. In: S. Miceli (Org.). O que ler na ciência social brasileira (pp. 267-307). ANPOCS: Editora Sumaré.Barbosa, A. R. (1997). Um abraço para todos os amigos: algumas considerações sobre o tráfico de drogas no Rio de Janeiro. EDUFF.Barreira, C. (2013). Violência difusa, medo e insegurança: as marcas recentes da crueldade. Revista Brasileira de Sociologia, 1(1), 217-241.Barreira, C. (2015). Crueldade: a face inesperada da violência difusa. Sociedade e Estado, Curitiba, 30(1), 55-74.Becker, H. (1994). Métodos de pesquisa em ciências sociais. Hucitec.Biondi, K. (2010). Junto e misturado: uma etnografia do PCC. Editora Terceiro Nome.Biondi, K. (2018). Proibido roubar na quebrada: território, hierarquia e lei no PCC. Editora Terceiro Nome.Bourdieu, P. (1994). Razões práticas. Papirus.Bourdieu, P. (2011). O poder simbólico. Bertrand Brasil.Caldeira, T. P. (2000). Cidade de muros: crime e segregação e cidadania. 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